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vim do lado do rio

Isabel Mendes Ferreira

15/03/2016 23:47

vim do lado do rio como se no dorso de um cavalo perdido entre a terra e o mar que não abre. tudo é frio e sem confissão redentora.
unido o espasmo à garganta monolítica cravo de rosas a decepção.
resume.se a estrume a ressalva do branco. enquanto desenho de memória o nome de nenhum gesto.