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partir como se a vida fosse sempre a viagem ao longo das esperas

Isabel Mendes Ferreira

16/07/2017 23:44

partir como se a vida fosse sempre a viagem ao longo das esperas. ser um pouco mais de assim:

nunca a pedra foi tão matéria da alma neste olhar para o alto das assimetrias onde nos convocas para o amor de amar a forma para lá da substância da carne. da luta e do desengano. dos escárnios e da última esperança ____________________
deleite esqueletos e rasgo como se
mapa das tuas mãos sobre o fio de um tear feito de curvas e desconstruções. quando avermelhas o dia o dia fica noite e a noite atravessa a terra do nunca. nunca mais a obra ao negro. sempre o vermelho a ser óleo. escorrente e azul profundo.