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Maria João Cantinho

Maria João Cantinho

Maria João Cantinho nasceu em Lisboa, em 1963. Passou a infância em África, regressando a Portugal após o 25 de Abril. Estudou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, onde realizou também mestrado e doutoramento, centrando-se na obra do filósofo Walter Benjamin. É professora efectiva do Secundário desde 1990 e Professora Auxiliar no Iade (Creative University of Lisbon) desde 2011, na área de Estética e História da Fotografia. É membro integrado do Centro de Filosofia de Lisboa (FLUL) e do Centre d’Études Juives (Sorbonne, IV). Membro do conselho editorial da revista GEWEBE (Núcleo de Estudos Benjaminianos, Brasil). É também sócia e membro da Direcção do Pen Clube Português e da A.P.E. (Associação Portuguesa de Escritores). Realizou diversos colóquios e congressos sobre vários autores (María Zambrano, Walter Benjamin, Levinas, Paul Celan) em Portugal e participou de vários congressos internacionais, co-editou livros sobre María Zambrano, Walter Benjamin, Celan e Levinas, etc. Tem publicados vários ensaios em revistas internacionais (inglesas, francesas, indianas, brasileiras e espanholas) e está representada em várias antologias portuguesas e estrangeiras. É actualmente crítica literária na revista Colóquio/Letras, tendo sido colaboradora de diversas revistas literárias como PensarDiverso, LetrasConvida, Golpe d’Asa, Ler, Os Meus Livros, Mea Libra, etc. Tem representado Portugal em vários festivais de poesia como Voix Vives du Mediterrannée, em Lodève (2006), Sète (2011), Sidi-Bou-Said (2014) e no Festival de Literatura do Recife (2006). Tem também desenvolvido intensa actividade como moderadora em sessões de literatura e apresentações de livros e tem sido Júri, nas modalidades de Poesia, Ficção e Ensaio.
ENSAIO:
O Anjo Melancólico; sobre o Conceito de Alegoria na Obra de Walter Benjamin, ed. Angelus Novus, Coimbra, 2002.
Vários ensaios em obras colectivas e actas de congressos e revistas nacionais e internacionais.
FICÇÃO:
A Garça, ed. Diferença, Leiria, 2001.
Caligrafia da Solidão, ed. Escrituras, Brasil, 2006 (nomeado como finalista do Prémio Telecom no Brasil).
Contos de Solidão, ed. Ver-o-Verso, Porto, 2008.
POESIA:
Abrirás a Noite com um Sulco, ed. Hugins, Lisboa, 2002.
Sílabas de Água, ed. Ver-o-Verso, Porto, 2006.
O Traço do Anjo, ed. Edium, Porto, 2011.

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