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Isabel Mendes Ferreira

26/11/2013 17:18

avé maria cheia de desgraça o senhor dos trovões esteja contigo na hora mais fria dos cabelos toponímicos da palavra em vão e dos dentes polidos a aço escovado pela unção da miséria. avé maria dos remorsos felizes e da capa do milagre do céu em inferno e do rosário peregrino dos teus cabelos de ouro como tranças equideas no meio da cintura pura e esculpida a bisturi e que te ergas na hora mais carnívora para seres pasto do falso cavaleiro que te monta os olhos ternos com esporas de frialdade e te faz túmulo de todos os apóstolos. avé maria cheia de saias de renda de bruxelas e de areias ávidas e férvidas que respiras por gárgulas de traço romântico em sonatas para adormecer e outras tantas para seduzir um adónis de sombra e de poentes frívolos. tu que és a rainha dos vales e ele o quixote dos desamparados moinhos faz.te deusa e deixa o altar. faz.te reza e dança a dança dos garimpeiros das mães sem útero e dos homens sem chão. enquanto podes. enquanto não ascendes a estátua. de barro.________________avé maria cheia de desgraça voa voa e escava uma nova ortografia. só de pálpebras. só de vento. que és apenas o terço atirado ao mar morto que agora não se abre. nunca mais. que agora é só órbita. sem fundo. sem salmos. sem água. maria ave de todos os avés salvo seja o nome do teu nevoeiro. que a vida te é laço e divino estilete e oráculo de espinhos e que na hora da morte soprem aleluias em teu nome. nome de perda e de salvação. avé maria oximora e antígona. que o vinho te seja trono e este o povoador de todas as farsas. pacíficas afinal.éu em inferno e do rosário peregrino dos teus cabelos de ouro como tranças equideas no meio da cintura pura e esculpida a bisturi e que te ergas na hora mais carnívora para seres pasto do falso cavaleiro que te monta os olhos ternos com esporas de frialdade e te faz túmulo de todos os apóstolos. avé maria cheia de saias de renda de bruxelas e de areias ávidas e férvidas que respiras por gárgulas de traço romântico em sonatas para adormecer e outras tantas para seduzir um adónis de sombra e de poentes frívolos. tu que és a rainha dos vales e ele o quixote dos desamparados moinhos faz.te deusa e deixa o altar. faz.te reza e dança a dança dos garimpeiros das mães sem útero e dos homens sem chão. enquanto podes. enquanto não ascendes a estátua. de barro.________________avé maria cheia de desgraça voa voa e escava uma nova ortografia. só de pálpebras. só de vento. que és apenas o terço atirado ao mar morto que agora não se abre. nunca mais. que agora é só órbita. sem fundo. sem salmos. sem água. maria ave de todos os avés salvo seja o nome do teu nevoeiro. que a vida te é laço e divino estilete e oráculo de espinhos e que na hora da morte soprem aleluias em teu nome. nome de perda e de salvação. avé maria oximora e antígona. que o vinho te seja trono e este o povoador de todas as farsas.éu em inferno e do rosário peregrino dos teus cabelos de ouro como tranças equideas no meio da cintura pura e esculpida a bisturi e que te ergas na hora mais carnívora para seres pasto do falso cavaleiro que te monta os olhos ternos com esporas de frialdade e te faz túmulo de todos os apóstolos. avé maria cheia de saias de renda de bruxelas e de areias ávidas e férvidas que respiras por gárgulas de traço romântico em sonatas para adormecer e outras tantas para seduzir um adónis de sombra e de poentes frívolos. tu que és a rainha dos vales e ele o quixote dos desamparados moinhos faz.te deusa e deixa o altar. faz.te reza e dança a dança dos garimpeiros das mães sem útero e dos homens sem chão. enquanto podes. enquanto não ascendes a estátua. de barro.________________avé maria cheia de desgraça voa voa e escava uma nova ortografia. só de pálpebras. só de vento. que és apenas o terço atirado ao mar morto que agora não se abre. nunca mais. que agora é só órbita. sem fundo. sem salmos. sem água. maria ave de todos os avés salvo seja o nome do teu nevoeiro. que a vida te é laço e divino estilete e oráculo de espinhos e que na hora da morte soprem aleluias em teu nome. nome de perda e de salvação. avé maria oximora e antígona. que o vinho te seja trono e este o povoador de todas as farsas. pacíficas afinal.éu em inferno e do rosário peregrino dos teus cabelos de ouro como tranças equideas no meio da cintura pura e esculpida a bisturi e que te ergas na hora mais carnívora para seres pasto do falso cavaleiro que te monta os olhos ternos com esporas de frialdade e te faz túmulo de todos os apóstolos. avé maria cheia de saias de renda de bruxelas e de areias ávidas e férvidas que respiras por gárgulas de traço romântico em sonatas para adormecer e outras tantas para seduzir um adónis de sombra e de poentes frívolos. tu que és a rainha dos vales e ele o quixote dos desamparados moinhos faz.te deusa e deixa o altar. faz.te reza e dança a dança dos garimpeiros das mães sem útero e dos homens sem chão. enquanto podes. enquanto não ascendes a estátua. de barro.________________avé maria cheia de desgraça voa voa e escava uma nova ortografia. só de pálpebras. só de vento. que és apenas o terço atirado ao mar morto que agora não se abre. nunca mais. que agora é só órbita. sem fundo. sem salmos. sem água. maria ave de todos os avés salvo seja o nome do teu nevoeiro. que a vida te é laço e divino estilete e oráculo de espinhos e que na hora da morte soprem aleluias em teu nome. nome de perda e de salvação. avé maria oximora e antígona. que o vinho te seja trono e este o povoador de todas as farsas.